Quando três culturas passam a falar a mesma língua, a do amor, o cenário pode ser Floripa. Foi assim com Maria Izaura e Nicholas. Ela é filha de brasileiro, mas nasceu no Paraguai. Ele é americano e estava feliz em aprender mais sobre a cultura brasileira. Nós, da DS Produções e Eventos, acompanhamos esse casamento e aproveitamos para compartilhar o que ele nos ensina sobre celebrar mais de uma origem no mesmo dia.
Um casamento em três idiomas
O matrimônio religioso foi celebrado em português, com tradução para o espanhol e o inglês, em Jurerê Internacional. A cerimônia aconteceu na igreja de São Francisco de Assis, num sábado, com homilia do Padre Paulo, na presença de mais de 130 convidados vindos de outros estados e países.
Dica prática: quando há convidados de línguas diferentes, pense na comunicação desde o início. Tradução na cerimônia e materiais bilíngues ajudam todo mundo a se sentir parte do momento.

Na foto, o letreiro de boas-vindas, com monograma do casal, em português não, mas em inglês e espanhol (Welcome e Bienvenidos), recebia os convidados logo na entrada, ao lado de folhagens.
Planejamento e dias de celebração
O casal teve um ano e meio de planejamento. A maior parte dos convidados ficou hospedada no Il Campanário Resort e, desde a quinta-feira que antecedia o casamento, viveu na ilha compromissos e passeios com os seus.
Estender a celebração por alguns dias é uma ótima forma de receber quem vem de longe. Algumas ideias:
- organizar a chegada e a hospedagem dos convidados com antecedência;
- planejar passeios e encontros nos dias anteriores;
- deixar claro o roteiro de cada dia para quem vem de fora.

Antes da cerimônia, a noiva dividiu um brinde com as madrinhas e mães, todas de robes rosa, enquanto ela estava de branco. É um momento que vale reservar na programação com horário agendado e contando com comprometimento de todas, vira uma linda memória.
Cada cultura em um detalhe
O melhor desse casamento foi ver as origens aparecendo nos detalhes:
- Brasil: Maria trouxe a mesa de doces brasileira e o bem-casado para apresentar a amigos e familiares, além de manter o idioma – português – e músicas brasileiras, presentes.
- Estados Unidos: Nick manteve a tradição americana dos discursos antes do jantar e levou para a pista de dança a trend americana Photo Wedding Dash.
- Paraguai: o país esteve representado no crochê feito pelas mãos da tia da noiva aplicado no flip flop, que levou um chaveirinho com as cores da bandeira paraguaia.

Na imagem, vemos o flip-flop com tira de crochê em tom claro, ao lado do saquinho de crochê – peça útil para guardar os sapatos depois de abertura de pista. Um detalhe feito à mão carrega muita história e uma cultura.
Uma recepção para todos os gostos
A recepção contou com vista e bar, e com pratos que atendiam a quem desejava frutos do mar, carne vermelha e também a quem era vegetariano. Pensar no cardápio de forma ampla é uma maneira simples de acolher convidados de diferentes hábitos. Maria ainda identificou pratos com os que continham “glúten free” um cuidado pensado para o noivo e outros convidados.
Nós do time DS atuamos na assessoria completa, apoio na logística de hotel, transfer, agendamento de beleza das convidadas e realizamos o ensaio religioso e, com muito carinho, executamos o jantar após o ensaio, outra tradição americana. No sábado com uma equipe bilíngue, gerenciamos também uma produção com mais de 30 fornecedores no Folha Beach.
Vamos conversar?
Se você, como Maria e Nick, quer trazer significado e uma vivência única para o seu grande dia, nos procure. Será um prazer entender a sua história e pensar juntos em como contá-la na sua celebração.