Alguns casamentos começam a ser escritos muito antes do convite. O de Beatriz e Carlos, que vieram de Curitiba para celebrar em Florianópolis, nasceu sob a aurora boreal. Nós, da DS Produções e Eventos, tivemos a alegria de cuidar da assessoria e do cerimonial desse dia.
Um casamento de destino
Beatriz e Carlos escolheram viver um verdadeiro casamento de destino. Foi um ano de planejamento para reunir 200 convidados na Alameda Casa Rosa. Chegaram familiares e amigos de SP, PR e RS, e também do exterior, para uma cerimônia cheia de significado.
A aurora boreal como símbolo
A história do casal começou longe daqui. A Bea foi pedida em noivado sob a aurora boreal, o fenômeno que colore o céu do hemisfério norte. O Carlos não mediu esforços para tornar aquele momento inesquecível.
Por isso, a aurora virou símbolo do casamento. Ela esteve na identidade visual criada pela Hall e ganhou vida na paleta de tons de marrom das caixas de padrinhos, dos convites e de toda a papelaria. Dividiu o protagonismo com a aquarela da própria Alameda.

O dia da noiva
A Beatriz passou o dia de noiva já na Alameda. Começou com a experiência de café da manhã no bistrô, depois almoçou com a mãe, a tia e a avó e fotografou na decoração dos sonhos dela antes da chegada dos convidados.

A cerimônia ao entardecer
A cerimônia aconteceu ao entardecer, em um dia lindo de sol, no jardim de inverno da casa. É um espaço protegido, mas com vista de 180 graus para a paisagem. Nas fotos dá para ver o vidro de ponta a ponta, o verde ao fundo e os arranjos brancos e verdes, inclusive os suspensos.

O texto preparado pelos amigos dos noivos deixou o momento ainda mais íntimo e representativo.
Recepção e jantar
Depois do “sim”, os convidados seguiram para o entorno da piscina. Foram recebidos com welcome drink de clericot, oyster bar e gastronomia volante.
A trilha ficou por conta da voz envolvente de Isa Bufon, que topou o desafio de “convidar a cantora secreta”: a irmã da noiva, uma surpresa logo na chegada do casal à recepção.
Ao anoitecer, todos foram convidados a entrar na Casa Rosa para o jantar volante, assinado pelo renomado chef Daniel Arakawa, responsável pela gastronomia da Alameda Casa Rosa.
O grand finale foi uma sobremesa à moda francesa: mousse de chocolate servida generosamente no prato. Era uma lembrança de uma das viagens preferidas do casal, que levou um pedacinho do Chez Janou para o seu casamento.
E o tradicional bem-casado, memorável doce que simboliza o laço dos dois – duas partes recheadas de amor – teve um significado ainda mais especial, e ninguém menos que sua mãe preparou com muito amor a lembrancinha comestível que, segundo a noiva, é o melhor bem-casado que ela já degustou na vida.
O que ficou para nós
Esse casamento mostra como detalhes pessoais, como um pedido de noivado, uma viagem que se torna memória ou uma surpresa da irmã, dão alma à celebração quando entram no planejamento. Nosso trabalho de um ano assessorando esse casal querido se materializou, sem deixar de lado nenhum detalhe, com excelência, alegria e compromisso com a essência do casal.
Está planejando um casamento com a sua cara, na ilha ou fora dela? Vamos conversar. Teremos prazer em conhecer a sua história e pensar juntos em como contá-la no grande dia.
Fotos por Diego Campos